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- Olá Cindy. – Taylor a olhou, parecia que ela não estava respirando - Está se sentindo bem? – indagou. - Ahn...estou sim, me desculpe, me distrai. – pausou e o olhou com curiosidade. - Como você sabe meu nome? - Taylor achou engraçadinho ela ter se distraído com um beijinho na mão. - As pessoas sempre a chamam pelo seu nome e acabei ouvindo. É um lindo nome – Ela sorriu, seus olhos brilharam- Eu preciso falar com você, é importante. - ops, o que será que ele queria?- Falta muito pra você terminar seu expediente? – indagou. - Não, depois que o show acaba o movimento vai dispersando, você me esperaria uma hora ainda? – ela indagou o olhando esperançosa. - Espero sim, faz dias que estava querendo falar com você, acho que posso esperar por mais uma hora! - Ela sorriu com cara de boba pra ele. - Acho que estão chamando você. - Apontou com a mão uma mesa cheia de homens pedindo por mais uma rodada de caipirinha. - Tá eu vou lá. - ele deu outro beijinho na mão dela e ficou observando suaa reação que fechou os olhos e se arrepiou com o toque dele. - Até mais. - saiu cambaleante em direção a mesa dos clientes. - Até. - colocou as mãos nos bolsos e ficou analisando os movimentos dela, constatou um belo sorriso, e traços marcantes em seu rosto. Um corpo perfeito. Ela notava as olhadas dele e ficava nervosa com aquilo. Tratou logo de atender o pessoal daquela mesa e sair de fininho dali. Ou derramaria tudo em cima deles. Taylor era um homem de uma beleza exótica.Tinha facilidade muito grande de conquista. Ninguém resistia aquele par de olhos azuis. Mas no momento estava focalizado somente no seu trabalho, estava na sua melhor fase. Conseguiu descobrir modelos lindas e talentosas. Saía nas noites para descobrir moças que tivessem potencial. Não somente beleza. Suas modelos não precisavam ser exageradamente magras, não, eles não gostavam disso, a magreza que a mídia exigia é uma coisa doentia e não queriam isso pra suas modelos. Não procuravam modelos para passarela, procuravam modelos fotográficas, todos os tipos de beleza. Até as gordinhas tinham chance. Incrível. E todas eram doidas pra serem clicadas pelo Zachary. Algumas não perdiam tempo e se insinuavam para ele, ali mesmo no estúdio, sem o menor pudor. Ele achava engraçado, não sabia que tinha tanto poder assim sobre as mulheres e acabou se envolvendo com uma delas. Mas ultimamente não estava para brincadeiras com modelos taradas de plantão. Estava com muito trabalho para fazer, não podia se distrair. Isaac estava ficando meio maluco, eram tantos pedidos de tantas empresas de publicidade que não estava mais dando conta. Trabalhava demais e mal tinha tempo para a sua esposa Nicole, que também trabalhava muito na sua loja de sapatos femininos. Sua sorte é que ela o compreende perfeitamente e quando pode o ajuda, dando alguns telefonemas, fechando contratos. Sendo assim, poderiam passar um pouco mais de tempo juntos. Estavam casados a 3 anos e eram felizes. Nicole lidava bem com os ciúmes, as mulheres davam em cima dele descaradamente, afinal, ele era um charme só. Depois que o movimento do bar cessou, Samy colocou só a cabeça pra fora da porta olhando se o território estava livre pra ela poder cair fora dali e não ver Zachary, não estava afim de vê-lo. Estava correndo o perigo de ser abordada por ele. "Hum, área limpa, nem sinal do inimigo", pensou e riu consigo mesma. Saiu com passos rápidos quase correndo, com os olhos atentos, tomando todo o cuidado pra não ser vista por ele, caso ainda estivesse por aí. Foi quando grudou seus olhos numa cena pra lá de cômica. Taylor e Cindy no maior papo e ela com o rosto apoiado na mão, olhando pra ele com a maior cara lavada do mundo, sem disfarçar a admiração. Ela se segurou pra não rir da amiga, a cara de apaixonada dela estava ótima. Cindy a viu e deu um tchauzinho e a chamou pra junto deles. - Samy vem aqui rapidinho - pensou se iria ou não, viu Taylor e achou que Zachary estaria por perto.- Vem logo garota – ela foi até lá toda desconfiada – Taylor quer falar com você. Ele se levantou e a cumprimentou, dizendo que havia adorado o show e que havia se divertido muito. - Então você é o famoso Taylor – ficou curioso em saber porque era tão famoso - Cindy fala muito de você. – ele coçou a cabeça parecendo embaraçado – Você não sente suas orelhas esquentarem de vez em quando não? - Cindy tampou a boca com a mão e ficou vermelhinha na hora. - Er...sou o Taylor sim, e a propósito eu gostaria de pedir desculpas pelo meu irmão, não sei o que deu nele. Ele não é assim. - tratou logo de desconversar ao ver Cindy constrngida. - Tudo bem, eu só não quero falar sobre isso, não vem ao caso agora. – deu de ombros – E você não tem que pedir desculpas pelo seu irmão ser um ogro.- ele assentiu – E bom, eu vou indo. - não queria ficar ali falando sobre o irmão dele, não queria ficar dando pano pra manga - Você vai ficar por aqui fazendo companhia pro Taylor Dona Cindy? – indagou fazendo uma cara engraçada. - Na verdade eu tenho um assunto importante pra tratar com ela. - Taylor respondeu logo. Que garota audaciosa, ele pensou e riu em seguida. - Ah ta, eu vou pegar um táxi então. Aproveitem!- Cindy não poderia estar mais encabulada – See you Taylor!! – E saiu do bar. Quando chegou do lado de fora, encontrou quem não queria ver. Ela se virou voltando para dentro do bar na esperança que ele não a havia visto. Mas ele viu e veio atrás dela. Ela apressou o passo entrou no bar e esbarrou em Beto que a segurou forte pela cintura e olhou sério pra ela. Zachary parou de andar e ficou olhando a cena. - Você ia embora sem nem me deixar te dar os parabéns? – Beto falou ainda a segurando. - É que. – pensou um pouco antes de responder. - Eu to cansada e quero ir logo pra casa tomar um banho e dormir – “ quer ajuda pro banho?” ele pensou. - Quer que eu te leve pra casa? – indagou ainda a segurando e percebendo que Zachary os observava. - Não precisa, eu vou de táxi, não se incomode comigo. - colocou suas mãos no peito dele o empurrando de leve. Esse toque fez Beto suspirar e Zachary fechar os punhos. Que diabos está acontecendo com ele? Zachary estava enciumado, mas não entendia o por quê. - Eu levo você, já estou de saída mesmo – olhou novamente para Zachary e o viu vermelho de raiva. - A Cindy vai fechar hoje. – ele tirou as chaves do carro de seu bolso. - Tudo bem, vamos então – não teve outro jeito, ela queria fugir de Zachary e agora queria fugir de Beto também. Foram andando em direção ao carro e quando Samy passou por Zachary, pôde sentir o olhar dele sobre os dois. Ela o olhou e ele sorriu bem de leve, comprimindo os lábios. Ela suspirou, o que Zachary estava querendo com ela depois de tudo? Entraram no carro e seguiram dali. Cindy e Taylor conversavam e riam bastante. Pareciam muito entrosados e ela estava inebriada pelos gestos dele, pelos seus olhos, por sua boca. Teve um momento que ele umedeceu os lábios sem querer e ela afundou na cadeira não acreditando que estava vendo aquilo. Taylor percebeu e achou que estava na hora de falar sobre o assunto que levou ele a falar com ela. - Bom Cindy, eu vim aqui por que tenho uma proposta para lhe fazer.- foi direto, já estava tarde e queria resolver logo esse assunto. - Proposta? – ficou muito curiosa. - Sim, veja bem. Você sabe que eu e meus irmãos temos uma agência de modelos. Então nos últimos dias venho te observando e cheguei a conclusão que o seu perfil se encaixa perfeitamente em um projeto que iremos trabalhar. - ela ouvia atentamente - Não consigo pensar em nenhuma outra mulher a não ser você para este trabalho. - Mas que trabalho seria esse, e por quê justamente eu? – ela indagou curiosa. - Bom, a Victória Secret´s está fazendo uma campanha para o dia dos namorados. E eles pediram alguém que tivesse uma aparência angelical e inocente, que tivesse olhos claros e um...er...e um corpo bonito! Vai pousar de lingerie branca e será a modelo principal – ela não estava acreditando no que estava ouvindo. - O que? - colocou as duas mãos na boca e arregalou os olhos. - Eu?? Pousar de lingerie branca? Pra Victoria Secret´s?- isso só poderia ser brincadeira dele. - Exatamente...bom você tem até segunda-feira pra pensar, ok? – foi levantando da cadeira - Se você aceitar passa na agência pela manhã e procura por mim. - ela levantou também. - Claro, vou pensar direitinho e falarei com você na segunda. – ele se aproximou dela e deu dois beijinhos em seu rosto. Ela fechou os olhos. - Então até lá. - acenou com a mão e saiu a passos largos. - Até Taylor. - ficou olhando ele se afastar e quando ele sumiu de sua vista ela começou a pular e se abanar e dava alguns gritinhos de euforia quando...... - Esqueci meu casaco, bey. – ela parou de dar seu show e sentiu que precisava cavar um buraco pra enfiar sua cara lá dentro, pelo mico que havia pago. - Droga, achei que ele ia me convidar pra sair! – respirou fundo e começou a organizar tudo para fechar o Brazilian. Em seguida, foi pra casa. Beto dirigia tentando decifrar o que se passava na cabeça de Samy, que até então permaneceu calada olhando a rua da janela do carro. Precisava puxar um assunto, mas ela parecia estar em outro lugar e não ali no carro com ele. - Samy? Você ainda está aí?- indagou receoso. - Estou sim. – ela sorriu sem olhar pra ele. – Só me distrai um pouco. - Por que você não escolhe uma música e põe pra gente ouvir? – apontando para o porta luvas o estojo com cd´s. - Ta bom. - não estava muito legal. Não parava de pensar em Zachary, no toque das mãos grandes dele em sua cintura, nos olhos dele sobre ela, naquela boca tão carnuda. E por um momento conseguiu sentir o cheiro bom do perfume dele que estava impregnado em sua blusa. Ela ia procurando por algum cd legal quando deu uma risada alta e disse: - Zeca Pagodinho, Beto? – ela não conseguia parar de rir. - Ah isso foi um presente de uma cliente. – e era mesmo de uma admiradora, ela ria ainda mais. Ele a olhou sério quando pararam no sinal e disse quase sussurrando: - Você fica linda rindo assim. – ela parou de rir aos poucos, olhou pra ele e este vidrou os olhos nela. - Nada de me fazer ficar vermelha ta Betão. – ele percebeu que quando ela estava nervosa com ele, o chamava de Betão e sorriu adorando saber disso. - Tudo bem Dona Samantha. Vou tentar não constranger você. - ficaram um pouco em silêncio até chegarem na casa dela. Ela tentou tirar o cinto e não conseguiu, emperrou. - Ih Beto, travou o cinto, ah eu mereço!! – ele tentou tirar e não conseguiu. Desceu do carro, deu a volta e abriu a porta do lado dela pra tentar destravar o cinto. Ele teve que se inclinar um pouco em cima dela. Pode sentir a respiração quente dela na sua nuca. Ele parou, respirou fundo e a olhou. Uma vontade violenta de beijá-la o dominou e ele não resistiu. Segurou o rosto dela com as duas mãos a olhando intensamente, com um desejo enorme dela. Samy não estava gostando muito dessa situação, estava se sentindo indefesa presa ali naquele carro com Beto praticamente em cima dela a encurralando. Tentou escorregar um pouco no banco, mas não tinha como sair dali. Foi quando ela sentiu os lábios grossos dele tocando os seus. Ele não perdeu tempo e penetrou a língua na boca dela e se sentiu muito excitado. Ela revidou o beijo por um momento, aceitando ser beijada. Mas logo caiu em si e o empurrou o olhando muito furiosa. - Droga Beto, o que você ta fazendo, me deixa sair daqui. – ele tirou suas mãos do rosto dela e se sentiu muito sem jeito. Acabou de levar um fora daqueles. Tentou mexer no cinto mais algumas vezes e conseguiu soltá-la. - Samy me desculpa, eu não sei o que deu em mim, foi inevitável, eu – pausou e suspirou - me desculpa. – passou a mão nos cabelos tentando se controlar. - Olha Beto, tudo bem. Mas por favor, não tente fazer isso de novo. - ele concordou - E além do mais, eu não me envolvo pra quem eu trabalho. Por favor, não faça mais isso não. Senão vou ser obrigada a pedir demissão e procurar outro emprego. - falou muito séria com ele. - Você está certa, não vou pressionar você. E também não quero que se demita por minha causa, por favor. - ficou apreensivo, que diabos ele havia feito, nunca foi tão descontrolado dessa forma. - Ta tranqüilo, agora deixa eu entrar que estou cansada. - se virou rapidamente e saiu dali deixando ele sozinho. Estava muito brava. Entrou em casa e bateu a porta com força. Ficou parada escorada na porta por um bom tempo. Droga, o que ele pensa que está fazendo? Zachary foi caminhando em direção a sua casa. Não queria falar com seus irmãos, pois sabia que seria zoado e o encheriam de perguntas. Tentou achar explicações do por que ter tratado aquela mulher daquele jeito. Só podia ter sido a bebida. Ele não estava bem hoje, andou tendo alguns desentendimentos e resolveu beber para esquecer dos aborrecimentos. Não lembrava de ter sido tão rude assim com alguém, ainda mais se tratando de mulher. Sempre as tratou bem. Nem conseguia entender como havia sido tão cafajeste a ponto de fazê-la sentar em seu colo e propor algo tão absurdo. Balançou a cabeça negativamente discordando dos seus próprios atos. Ele estava com o perfume dela em sua camisa. Pôde ver os olhos dela tão claros diante dele e sua boca tão convidativa tão próxima da dele. E aquele decote tão insinuante. Lembrou dela dançando no palco. Dançava só pra ele. Tudo bem que ela mandou ele ir se danar, mas dançou só pra ele. Passou a mão nos cabelos tentando aliviar a tensão que sentia só de lembrar dela. Tentou afastá-la de seus pensamentos quando chegou em casa. Cindy chegou em casa e encontrou a amiga deitada no sofá assistindo a Tv, muito distraída. - Que ta fazendo acordada ainda, tem um bicho carpinteiro na tua cama? – Samy riu da amiga que estava com um sorriso enorme estampado no rosto. - Não, estou sem sono mesmo e estava esperando você chegar, pode desembuchando tudo. O que o Taylor queria com você? - perguntou ajeitando-se melhor no sofá. - Ele me fez uma proposta...indecente! – e sentou-se ao lado da amiga. - Quêee?!?!?!? Como assim? Ele te chateou feito o irmão dele fez comigo? Ah ele me paga! – já sentiu o sangue ferver, tinha acontecido coisas demais naquela noite. - Calma, não é nada disso. É o seguinte...- ela explicou tudo a Samy, que ficou de boca aberta. - Minha nossa, não to acreditando. – colocou as mãos em sua face - ele disse que você tem cara de anjo? – ela fez que sim com a cabeça toda metidinha. - Isso é por que ele não te conhece ainda pra pensar isso.- as duas caíram na gargalhada. – Mas e aí, você vai aceitar? - Eu não sei, o que você acha?- perguntou roendo a unha. - Eu acho que você deveria aceitar, eu não perderia essa chance não. – Cindy respirou fundo. - Você tem noção amiga, Victoria Secret´s. Minha nossa, até eu ia sem pensar. – falou empolgando- se. - Mesmo sendo semi-nua? - Olha só, uma coisa é tirar uma foto semi-nua, outra coisa é tirar fotos nuas com poses ginecológicas. - Cindy se apavorou. - Mas como serão fotos de você vestida de anjo sexy. – deu uma risadinha - Não vejo grandes problemas não. Aceita amiga, é uma grande oportunidade que caiu do céu pra você! - Foi uma oportunidade trazida por um anjo você quis dizer! – Samy assentiu - Vou seguir seu conselho. - Cindy viu que sua amiga parecia estranha, precisavam conversar sobre o acontecido com Zac. - Hey, o que ta acontecendo? - Samy olhou a amiga por um tempo e deu um sorriso amarelo. - O Beto me beijou hoje no carro dele. - falou sem um pingo de motivação. - Nãoooo!! Que babado! Mas assim, pa- pum e beijou? – a curiosidade tomou conta dela. - O cinto que eu estava usando emperrou e ele foi tentar tirar. Ficou tão perto de mim e de repente me encarou e me tascou um beijo daqueles!!- acabou rindo da cara que a amiga fazia. - Gente, to rosa chiclete, e foi bom? – Samy enrugou a testa e olhou pra amiga. - Sabe que eu nem parei pra pensar!!! Perae deixa eu pensar - fez cara de quem estava pensando e Cindy rolava de rir - É, até que foi bom, ele tem a boca gostosa, mas eu dei um chega pra lá nele. Na hora fiquei irada e fiz ele me tirar dali imediatamente. Cheguei a dizer que se ele continuasse com isso eu em demitiria. – falou lembrando da situação. - Eita mulher brava, até vou mudar de lugar, senão sobra pra mim.- sentou no outro sofá.- E o Zac? – ela riu. - Que tem ele?- Sabia que ela perguntaria. - O que foi aquele showzinho particular pra ele? - Samy ergueu as mãos em sinal de defesa, como se não houvesse feito nada. - Eu vi a cara que ele fazia, faltou um babador pra ele! – Samy ficou satisfeita pelo comentário da amiga, isso significava que ela conseguiu se vingar. - Até parece. Mas eu não posso acreditar que eu sentei no colo do cara que eu passei a semana sonhando. Como eu deixei isso acontecer? Quando eu vi tava sentada no colo dele, que absurdo. - Foi o destino, é típico das coisas que o destino apronta com as pessoas. Eu to falando que esse teu negócio de sexto sentido ta me assustando. Isso me arrepia. Eu não durmo no mesmo quarto de você de jeito nenhum, deve acontecer coisas sinistras durante o teu sono! - fez o sinal da cruz. - Eu hein, cruzes. Mas me conta, por que você ficou tão nervosa assim com o Taylor? – disse fazendo cócegas na amiga. - Menina, paguei um mico que você não acredita. - ela contou dos pulinhos e dos gritinhos que dava quando Taylor apareceu. Samy chegou a se jogar no chão, segurando a barriga de tanto que ria dela. Cindy a acertou com uma almofada. - Pára de rir de mim! – acabou rindo do estado que a amiga se encontrava, rolando no chão. Ficaram um pouco mais pela sala, rindo alto uma da cara da outra, até que o sono bateu e foram dormir. Ambas pensando naquela noite que foi tão diferente pra elas. Cindy lembrava da conversa com Taylor, do quanto ele é lindo e perfeito. Samy por sua vez deitou a cabeça no travesseiro lembrando de cada detalhe do rosto de Zachary. Nem lembrou do beijo que Beto havia lhe dado. Dormiu pensando nele, mas dessa vez não sonhou.
Capítulo 4
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